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Governo Bolsonaro estuda barateamento da Energia Solar Fotovoltaica

O ATUAL GOVERNO ESTUDA O BARATEAMENTO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS COMO FORMA DE INCENTIVO AO CRESCIMENTO DO MERCADO E DE DIVERSIFICAR A MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), eleito pelo estado do Rio de Janeiro e filho do presidente da República Jair Bolsonaro, declarou neste domingo (6 de Outubro) que o governo está estudando o barateamento da energia solar fotovoltaica.

"O Presidente Bolsonaro pediu aos técnicos do governo estudos e números para viabilizar barateamento da energia solar e suas aplicabilidades para o consumidor"

A energia solar fotovoltaica no Brasil foi homologada pelo governo em 2012 através da Resolução Normativa 482/12 da ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, sob os auspícios do Ministério de Minas e Energia (MME), três anos depois, em 2015 o país teve outra regulamentação que define os parâmetros para Geração Distribuída através da Resolução Normativa 687/15. Desde então houveram poucos incentivos para Energia Solar Fotovoltaica no Brasil e alto índice de tributação sobre mercado de energia solar.

O Presidente Bolsonaro e seus filhos: Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro afirmou que o pai pediu estudos sobre energia solar

O Presidente Bolsonaro e seus filhos: Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro afirmou que o pai pediu estudos sobre energia solar

Na publicação, Carlos fez menção a uma conversa de Bolsonaro com um seguidor pelas redes sociais. No diálogo, o seguidor pede ao presidente para baixar o imposto que incide sobre as placas solares, o Presidente respondeu em seguida que encomendou estudos.

A energia fotovoltaica é uma tecnologia nova presente na matriz elétrica brasileira, e que nos últimos anos tem demonstrado um forte interesse da população e também em razão do ganho de competitividade que essa tecnologia traz.

A fonte está se tornando cada vez mais barata e acessível. Hoje, o Brasil tem menos de 1% da sua matriz elétrica atendida por energia solar fotovoltaica. Então, é uma tecnologia que ainda está em fase de inserção na nossa matriz juntamente a outras tecnologias como Blockchain e IoRE.

Comissão de Meio Ambiente (CMA) aprova financiamento do FGTS para empresas que utilizam energia solar

Comissão de Meio Ambiente aprova o financiamento com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para empresas que utilizam energia solar. Este avanço está previsto no Projeto de Lei do Senado (PLS) 524/2018, nesta quarta-feira (10).

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O Projeto de Lei do Senado (PLS) determina a aplicação de pelo menos 1% dos recursos do FGTS para financiamento de projetos de energia solar. A proposta altera a Lei nº 8.036, de 1990.

A proposta atinge fundações, ONGs, associações, entidades religiosas, partidos políticos, sociedades e empresas individuais (Eireli). A decisão segue em acordo dos compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris, que trata sobre a presença na matriz energética de 45% de fontes renováveis em 2030.

A matéria está em análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) onde tomará decisão final.

Fonte: Senado

Fazenda solar é a nova aposta do mercado brasileiro

Fazenda solar é a nova aposta do mercado brasileiro

Desde de 2012 o sistema de compensação de energia elétrica gerada por micro sistemas instalados no telhado de cada residência ou comércio, tem sido alvo de grandes investimentos. A mudança regulatória em 2016 trouxe a opção de cidades verticais vir a também serem beneficiada por este tipo de geração, porém remota.

COSOL lança usina solar espacial inédita no Brasil

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A usina espacial pode produzir, teoricamente, energia em 99% do tempo, 6x mais eficiente comparando a uma usina convencional na terra.

Como Panificadoras do Nordeste fizeram para conseguir economizar até 50% na conta de luz

Além de fortificar imagem da empresa por cooperar com a redução do impacto ambiental, a geração de energia limpa cria outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos.

Condomínio Solar, uma alternativa para economizar sem necessidade de investimento inicial.

Condomínio Solar, uma alternativa para economizar sem necessidade de investimento inicial.

Empresas do setor da panificação vêm investindo na geração de energia solar como alternativa aos padrões tradicionais. Além de fortalecer a imagem da empresa por ajudar com diminuição do impacto ambiental, esse tipo de energia gera outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos do empreendimento, possibilidade de oferecer preços mais justos aos clientes e mais lucro para o empreendedor.

Por ser uma fonte sustentável e econômica, o sistema de painéis fotovoltaicos - que transformam irradiação solar em energia para o uso comum – está na mira de empreendedores do estado e é aposta certa para inovação. Embora os equipamentos necessários para instalação sejam de alto custo, os empreendedores garantem que o investimento é válido mas deve ser feito com cautela uma vez que existe uma alternativa em que não há necessidade de investimento inicial, trataremos um pouco mais tarde neste mesmo artigo, uma vez que os sistemas de painéis solares atuam de forma independente e não estão sujeitos à elevadas cargas tributárias trazem maior atratividade para a adesão. A outra alternativa que pode e deve ser explorada é a Geração Compartilhada , onde os empreendedores têm os mesmos benefícios citados acima com a adição de mais um e mais importante: para participar deste tipo geração, não é necessário investimento inicial, apenas um cadastro.

Recentemente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) anunciou uma nova linha de crédito permanente com o objetivo de  apoiar investimentos em fontes de energia renovável. Estes incentivos do governo também têm sido impulsionadores para a adesão de tecnologias sustentáveis. No caso da Padaria Brasil, a instalação do novo sistema aconteceu há pouco mais de dois anos. Embora planejado há mais tempo, Pedro Messias da Cruz (75) estudou o processo de transformação da empresa e aguardou o momento oportuno para o investimento.

Pedro afirma que conseguiu um crédito junto ao Banco do Nordeste e que o modelo de financiamento que fez é regressivo. O valor da mensalidade do crédito adquirido chega a ser metade do valor que ele pagava na conta de luz.

Neste caso o que poderia ser feito pelo Pedro, caso tivesse a informação do modelo de condomínios solares, seria apenas alugar uma porcentagem de alguma usina dentro da mesma concessionária, sem ter que esperar o momento oportuno para ser abastecido por energia renovável. Isso o pouparia tempo e faria com que ele tivesse praticamente a mesma economia, sem precisar pedir empréstimo ou até mesmo aguardar a instalação ficar pronta.

A tecnologia para o setor tem se tornado cada vez mais acessível, eficiente e imprescindível. Os empresários afirmam que o uso desta tecnologia pode refletir diretamente no bolso do cliente, consequentemente uma maior atratividade para o estabelecimento e maior lucro para estes empresários.


Fonte: G1 RN

Financiamento de energia solar via PRONAF

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é, segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), “um financiamento à implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando à geração de renda e à melhora do uso da mão de obra familiar”.

Fonte: Canva

Fonte: Canva


Foi desenvolvido com o objetivo de estimular a geração de renda no campo, aperfeiçoando a execução da mão de obra familiar, criando e financiando atividades rurais – agropecuárias ou não – em áreas e comunidades rurais.

Segundo o Banco Central do Brasil (Bacen), os beneficiados pelo Pronaf são “os agricultores e produtores rurais que compõem as unidades familiares de produção rural e que comprovem seu enquadramento mediante apresentação da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa”.

Entre as linhas de crédito disponibilizadas pelo Banco Central, está a Pronaf Eco, que possibilita financiamento para quem aspira investir em tecnologias que permitam práticas renováveis, como energia solar fotovoltaica; energia eólica; obras de armazenamento de água e de irrigação; proteção e recuperação de solos; entre outras.

Entre os vantagens da instalação de painéis solares fotovoltaicos, está a oportunidade de se conduzir energia elétrica a regiões remotas, distante dos centros urbanos, no qual as linhas de transmissão das concessionárias não atuam. Complementando isso a outras vantagens dessa categoria, o Crédito Rural Pronaf Eco passou a favorecer a obtenção e a instalação de equipamentos para a produção de energia fotovoltaica.

Podem contratar ao Pronaf Eco os produtores familiares assentados pelo Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) ou beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) que tenham contratado a primeira operação no Grupo A e que não tenham contratado financiamento de custeio; ou que tenham renda bruta inferior a vinte mil reais sem funcionário assalariado permanente.

Os assentados pelo PNRA devem buscar uma sede do Incra (Instituto Nacional da Reforma Agrária) ou a Unidade Técnica Estadual (UTE) para adquirir a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Os demais beneficiários podem procurar a DAP juntamente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais ou à Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural) da localidade.

O contorno máximo do financiamento é de R$ 165.000,00, com juros de 2,5% a.a. para projetos Eco - como sistemas de desenvolvimento de energia limpa e renovável - e de 5,5% a.a. para silvicultura, que pode ser quitado até 12 anos, com até oito anos de carência.

Posteriormente a expedição da DAP, é permitido abrir solicitação de financiamento em um banco, financeira ou cooperativa de crédito, desde que aconteça junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A organização avalia os pré-requisitos e de que maneira o financiamento pode gerar renda à família do solicitante. O método é anual, e os resultados são divulgados entre junho e julho.

Após quitado o investimento, os sistemas fotovoltaicos tem custo aproximadamente zero, pois a manutenção é, basicamente, limpeza dos painéis com água e sabão, tornando-se um dos maiores atributos dessa modalidade de geração de energia.

A economia na conta de luz e expectativa de oferecer o excedente à concessionária de energia e obter em forma de crédito para usar nos meses subsequentes é algumas das vantagens que o consumidor de energia tem com esse sistema.

E quando há possibilidade de economizar na conta de luz e ao mesmo tempo faturar com a energia excedente na sua comunidade? Agora, os beneficiados pelo Pronaf Eco, além de agricultores, podem se tornar usineiros e, assim, faturar nos próximos 25 anos com energia solar construindo Condomínio Solar e comercializando energia na sua comunidade. Quem te dá todo apoio para isso é a COSOL, marketplace de geração distribuída.

Convido a acessar a nossa página e para se tornar um agricultor usineiro realize o seu cadastro aqui que a nossa equipe está ansiosa para te atender.

Fonte: Quantum Engenharia


Em um elegante bairro de Bankok, moradores comercializam energia com Blockchain

No bairro de Bangkok, moradores estão experienciando uma plataforma de mercado de energia renovável que possibilita a compra e venda de eletricidade entre si, assinalando a gradual popularidade de sistemas como painéis solares que encontram-se mais baratos.

O plano inicial no centro da capital da Tailândia está dentro das maiores plataformas de comércio de energia renovável do mundo usando blockchain,  em conformidade com as empresas envolvidas.

Fonte: canva

Fonte: canva

O plano considera uma capacidade conjunto de geração de 635 KW, que consegue ser distribuída por intermédio da rede elétrica da cidade de Bangkok, entre um shopping center, uma escola, um clínica odontológico e um grupo de apartamentos.

Os procedimentos comerciais iniciarão no seguinte mês, disse David Martin, diretor administrativo da Power Ledger, uma organização australiana que desenvolve tecnologia para o âmbito de energia e é parceira do programa.

"Ao permitir o comércio de energia renovável, a comunidade atende às suas próprias demandas de energia, levando contas menores para os compradores, melhores preços para os vendedores e uma menor pegada de carbono para todos", disse ele.

"Isso encorajará mais consumidores a mudar para a energia renovável, já que o custo pode ser compensado com a venda de energia excedente para os vizinhos", disse ele à Thomson Reuters Foundation.

Os bairros de Nova York a Melbourne estão ampliando a maneira como a energia é desenvolvida e vendida, com painéis solares, mini-redes e medidores inteligentes que possibilitam medir no momento em que a energia é consumida em vez do consumo geral.

O Conselho Mundial de Energia presume que essa energia descentralizada crescerá nas imediações de um quarto do mercado em 2025, ante 5% hoje.

Para ajudar, o  blockchain, a tecnologia de contabilidade distribuída que sustenta a moeda bitcoin, é que apresenta uma forma transparente de manobrar por meio de transações complexas entre usuários, produtores e até mesmo comerciantes e utilitários.

O Blockchain também salva o trabalho penoso de alternar entre enviar e receber energia, disse Martin.

Para o comandante no sofisticado bairro de Sukhumvit em Bancoc, a eletricidade realizada por cada um dos quatro locais será primeiramente usada para eles. O Excesso de energia pode tornar-se comercializado para os demais através do sistema de negociação.

Se houver um excedente de todos os quatro, este será vendido para o sistema local de armazenamento de energia e para a rede no futuro,disse Gloyta Nathalang, porta-voz da empresa de energia renovável tailandesa BCPG, que instalou os medidores e painéis solares.

A Tailândia é a principal desenvolvedora de energia renovável do Sudeste Asiático e visa que ela assuma 30% do consumo final de energia até 2036.

O ministério da energia incentivou programas sociais de energia renovável para reduzir o uso de combustíveis fósseis, e o regulador está estabelecendo novas regras para facilitar o comércio de energia.

A Autoridade Metropolitana de Eletricidade de Bangkok pressupõe que“o comércio de energia de pessoa para pessoa se tornará  convencional para geração de energia a longo prazo”, disse um porta-voza repórteres.

A BCPG, em parceria com a desenvolvedora imobiliária tailandesa Sansiri, programa estabelecer sistemas similares de comercialização de energia com painéis solares e blockchain para uma capacidade total de 2MW até 2021, disse Gloyta.

"Há oportunidades em todos os lugares - não apenas nas cidades, mas também em ilhas e áreas remotas onde o fornecimento de eletricidade é um desafio", disse ela.

O comércio de energias renováveis está se inovando, de forma a acrescentar a tecnologia a um sistema de compra e venda de energia através de moedas virtuais. O que possibilita uma rede de negócio segura para a comercialização de energia.

A COSOL, marketplace da geração distribuída de energia renovável, viabiliza o gerenciamento dessa energia com altas tecnologias. Conheça nosso site e fature com energias renováveis.

Fonte: Reuters

Projeto Comunidade Solar permite compra quotas de usina solar

O mercado brasileiro de energias renováveis vem se expandindo. Instalações com placas fotovoltaicas nos telhados das casas e empresas, estão se tornando cada vez mais frequentes.

Investimentos neste setor se tornam mais atrativos com o passar dos anos, pois a população brasileira tem demonstrado interesse por outros tipos de energia, como energias limpas e sustentáveis.

Com elevadas taxas na conta de luz e a necessidade de uma eletricidade livre de poluição para o planeta, o brasileiro tem motivado a buscar energias renováveis como alternativa mais barata e como contribuição para o meio ambiente.

Foi pensando em situações como esta e em como expandir energia limpa que a Comunidade Solar ENGIE aposta em um novo produto.

A empresa está construindo uma usina de 2MW AC em Minas Gerais, que será dividida em cerca de 70 quotas.

A Assinatura Solar entra para cada consumidor que estiver interessado na sua participação na usina em adquirir uma quota de acordo com seu consumo.

Os contratos estarão disponíveis para todas as empresas da área de concessão CEMIG. Assim, beneficiará aquelas empresas que não querem investir em um sistema completo no seu telhado ou não querem ou não podem usar a estrutura no seu telhado.

O Plano de Expansão da empresa é de 50MW AC em Comunidades Solares ENGIE por todo o Brasil nos próximos meses. Após a construção da usina solar em Minas Gerais, que está prevista para término no terceiro trimestre deste ano, a ENGIE construirá as novas Comunidades Solares que irão se expandir para Rio de Janeiro e São Paulo.

A empresa garante outros benefícios aos clientes com uma maior eficiência do sistema, dos equipamentos e melhor controle do consumo. A aposta da ENGIE é um sistema com serviços de eficiência energética e monitoramento de energia associados às instalações de geração distribuída.

Serviços descentralizados de geração de energia e de geração limpa fazem parte de Condomínios Solares que vêm tomando o mercado no Brasil, país com grande potencial solar, com abertura para as chamadas usinas solares. Essas comunidades solares facilitam a energia limpa chegar até o consumidor.

É por isso que o marktplace COSOL viabiliza a harmonia desse sistema. Assim, consumidores que não querem ou não têm possibilidade de adaptar sistemas fotovoltaicos nos seus telhados irão se beneficiar deste modelo de mercado de energia limpa e as usinas solares que necessitam do gerenciamento contarão com o trabalho da COSOL.

Fonte: Ambiente e Energia

Fonte: canva

Fonte: canva

Conheça as vantagens e desvantagens da energia solar

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Novas tecnologias destinadas a melhoria das energias renováveis surgiram. E o planeta só evolui! 

Evento no Rio Grande do Norte debate sobre energia solar

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O Evento SolarInvest 2017 – 9º Encontro de Investidores em Energia Solar debate questões sobre Solar Fotovoltaica.